RENÉ MAGRITTE – OBRA: O FILHO DO HOMEM


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Magritte nasceu em Lessines, Bélgica, no dia 21 de Novembro de 1898. Praticava o surrealismo realista, ou “realismo mágico”. O Filho do homem é uma pintura de 1964. Magritte pintou-o como um autorretrato. A pintura consiste de um homem em um terno e um chapéu-coco em pé na frente de um pequeno muro, com o mar e um céu nublado ao fundo. O rosto do homem é, em grande parte, oculto por uma maçã verde pairando no ar.

Magritte tinha espírito travesso, e, em A queda, seus bizarros homens de chapéu-coco despencam do céu absolutamente serenos, expressando algo da vida como conhecemos. Sua arte, pintada com tal nitidez que parece muitíssimo realista, caracteriza o amor surrealista aos paradoxos visuais: embora as coisas possam dar a impressão de serem normais, existem anomalias por toda a parte: A Queda tem uma estranha exatidão, e o surrealismo atrai justamente porque explora nossa compreensão oculta da esquisitice terrena.

Pintor de imagens insólitas, às quais deu tratamento rigorosamente realista, utilizou-se de processos ilusionistas, sempre à procura do contraste entre o tratamento realista dos objetos e a atmosfera irreal dos conjuntos.

Suas obras são metáforas que se apresentam como representações realistas, através da justaposição de objetos comuns, e símbolos recorrentes em sua obra, tais como o torso feminino, o chapéu coco, o castelo, a rocha e a janela, entre outros mais, porém de um modo impossível de ser encontrado na vida real.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Magritte

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