III Festival da Arte Capoeira


Batizados e troca de cordas, marcam o III Festival da arte Capoeira.
A Pró – Reitoria de Extensão da Univasf através da Diretoria de arte, cultura e ações comunitárias (DACC), realizou no último fim de semana, o III Festival da Arte Capoeira do Vale do São Francisco. A programação do evento aconteceu no Centro Cultural de Senhor do Bonfim e no Centro de Convivência da Univasf, Campus de Juazeiro. O festival foi aberto gratuitamente a toda comunidade e teve o intuito de reunir capoeiristas e interessados no esporte.
A terceira edição do evento homenageou os 60 anos do Mestre Camisa, presidente fundador da Associação Brasileira de apoio e desenvolvimento da arte e capoeira, e contou também com a presença do Mestre Cobra, Mestre Paulino Velho, Mestrando Apache, Mestre Camisa, Mestre Nagô do Rio de Janeiro e Professor Gibor, mestre e organizador do evento.
Segundo o professor Gibo, “o festival tem o intuito, de firmar a capoeira como um processo de educação, se juntarmos capoeira e educação para teremos uma melhor qualidade de vida, uma sociedade mais justa, um aluno mais pensante, e poder contribuir de maneira direta para a sociedade”, para ele a comunidade tem um importante papel, tanto na questão cientifica quanto no social, “são várias pessoas pensando ao mesmo tempo, e o único objetivo da gente é a educação”, completou.
O batizado em Juazeiro reuniu aproximadamente 100 pessoas, entre essas 21 crianças, 23 adolescentes e quatro adultos participaram da troca de cerdas e batizados, em senhor do Bonfim foram 60 crianças, entre batizado e troca de cordas. O batizado é o momento que deixa de ser iniciante e torna-se aluno. Estiveram presentes também capoeiristas do PI, Teresina, Altos, Simplício Mendes, Monte Santo – PE, Fortaleza, Monte Santo—BA, Senhor do Bonfim, e Salvador.

Mestre Nagô, renomado mestre de Capoeira reconhecido internacionalmente, falou sobre o, “O batizado é uma festa de confraternização, é uma festa onde vem pessoas de vários estados, a importância dessa graduação para criança como motivação”, segundo ele é nesse momento que passa-se a criar um vínculo maior com a capoeira, “a capoeira hoje é um instrumento de inclusão, de formação de cidadão, e ajudar a criança em tudo que for necessário, colocando limites e disciplina, a capoeira está com essa proposta hoje”, completou.

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